18/09/2014

E quando parecia impossível...

... retiro tudo o que disse sobre o amor não existir, sobre nunca mais me apaixonar, sobre ficar sozinha para sempre.
Porque essa já não sou eu.
Porque ele chegou. E virou o meu mundo ao contrário. 
Porque estou louca e perdidamente apaixonada por ele. Ele, que sabe exactamente como lidar comigo, como falar comigo, como me fazer cada vez mais feliz a cada dia que passa. Ele, que me agarrou assim que eu vi que estava a cair. 
Ele és tu, André. Tu, que és o homem da minha vida. Digo isto sem hesitar por sei, com toda a certeza, que nunca me senti assim. É contigo que quero ficar, só contigo, porque tu mudaste tudo. Mudaste a minha maneira de pensar, de ver o mundo, de ver a felicidade. Mostraste-me que é possível adormecer com um sorriso nos lábios, que ainda consigo acordar a pensar em alguém, que o amor existe, sim, e aparece quando menos estamos à espera. És a prova viva de que o destino não é uma ilusão, e és, irrevogavelmente, a minha alma gémea. Conseguiste fazer a minha vida parecer absurda sem ti, em tão pouco tempo. Repito, estou perdidamente, loucamente, enormemente apaixonada por ti. 
És o homem da minha vida.
És o amor da minha vida.

Para Sempre.

18/06/2014

Senti-me despertar já na madrugada. Envolta no fumo do meu tabaco e nos sons histéricos do jogo de futebol. Enquanto uns estudavam, eu olhava para folhas vazias em palavras e sentia a minha mente desfazer nós atados há eternidades. E continuei a fumar, inalando e absorvendo o fumo com a máxima intensidade para que o tempo passasse o mais rápido possível. Os sentimentos abatidos dentro de mim fluíram à superfície, assim como as lágrimas que brotaram dos meus olhos. O escuro envolveu-me outra vez, e então percebi: eu não estou bem. E nunca vou estar.

16/06/2014

"Estás arruinada por dentro."
Se calhar tens razão.
Ora estou muito bem sozinha e desperdiço quem quer estar comigo, ora me sinto em baixo e choro por não ter ninguém do meu lado. Num momento estou a imaginar um futuro risonho, solteira, bem sucedida, sem excessos nem amores ilusórios; e no outro deprimo por ter medo de nunca me apaixonar outra vez, medo de que ninguém se apaixone por mim.
Isto dá-me a volta à cabeça, e ao coração.